Em uma casa viva, nada está realmente sozinho. A manta dobrada sobre o sofá conversa silenciosamente com as cores das almofadas; o abajur, com sua luz suave, destaca um pequeno objeto que veio de longe; e cada peça parece conhecer a história da outra. Esses diálogos sutis entre formas, texturas e memórias criam um fio invisível que une o espaço e quem o habita. É nesse entrelaçar de presenças que a casa encontra sua voz — e o lar, seu coração.